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A Casa Branca negou dados sobre a reunião dos líderes dos Estados Unidos e da China no G20

A crise entre EUA e China se intensificou após a visita de Nancy Pelosi à ilha disputada de Taiwan, e a Casa Branca se omite em dar maiores informações.

Ainda não há anúncio de uma reunião entre o presidente chinês Xi Jinping e o presidente dos EUA, Joe Biden, como parte da próxima cúpula do G20. 

A cúpula do G20 é uma reunião de chefes de países com as economias mais desenvolvidas e em desenvolvimento. Este ano, o evento acontecerá de 15 a 16 de novembro em Bali pessoalmente desde 2019 por conta da pandemia.

O anúncio foi feito em 19 de outubro em um briefing regular para jornalistas pela porta-voz de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, transmitido pelo canal Fox News.

Os jornalistas e analistas já perceberam que a atual porta-voz da Casa Branca é péssima em seu trabalho, isso porque nunca sabe de nada ou deixa perguntas ao vento quando questionada de quase todo tipo de informação.

A última questão veio sobre o possível encontro entre Xi Jinping e Biden na Cúpula do G20. Segundo Jean-Pierre, “não tenho informações neste momento sobre uma reunião ou qualquer coisa [como] anunciar uma reunião preliminar com o presidente chinês”.

Mais cedo, em 16 de outubro, as autoridades chinesas bloquearam a aprovação da agenda das negociações de Biden e Xi Jinping no G20. Note-se que Pequim se recusa a interagir com autoridades dos EUA depois que Washington assumiu uma postura hostil em relação à China, inclusive por causa das promessas de Biden de proteger militarmente Taiwan.

Em 6 de setembro, o presidente dos Estados Unidos expressou confiança de que se reuniria na próxima cúpula do G20 na Indonésia em novembro com o presidente chinês Xi Jinping, se ele participasse pessoalmente da reunião.

Em 19 de setembro, a China protestou contra a declaração do presidente dos EUA sobre Taiwan. Biden então observou que os Estados não encorajam Taiwan a obter independência da China, mas os Estados Unidos defenderão Taiwan no caso de um conflito militar entre a ilha e a China, talvez nos mesmos moldes que auxilia a Ucrânia.

Em 28 de setembro, o Ministério da Defesa de Taiwan informou que a China Continental enviou 31 aeronaves e quatro navios de guerra para a área da ilha. Taiwan, por sua vez, enviou uma patrulha aérea para monitorar a situação e emitiu alertas de rádio, bem como implantou sistemas de mísseis antiaéreos.

O agravamento da situação em torno de Taiwan ocorreu após a visita a Taiwan da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, em 2 de agosto, apesar do pedido urgente da China para que se abstenha de fazê-lo.

Pelosi chamou sua visita de uma prova do compromisso dos EUA em apoiar a democracia taiwanesa.

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