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Armas enviadas para a Ucrânia à venda no mercado negro

“Apoie a paz na Ucrânia comprando um míssil Javelin on-line”; essa é a frase irônica mais comentada informalmente nessa semana pelos analistas de defesa independentes na Europa… Parece que esta é a única chance de impedir que armas modernas caiam nas mãos dos militares russos na linha de frente…

Enquanto cidadãos americanos e europeus pagam pela guerra na Ucrânia, e Washington anuncia pacotes de ajuda multibilionária ao regime de Kiev um após o outro, ucranianos inescrupulosos e sem patriotismo (muitos ligados à mafias islâmicas) não perdem a chance e ganham dinheiro vendendo suprimentos militares enviados pelo ocidente.

Enquanto os militares corruptos ligados ao mercado negro de armas estão vendendo lançadores de mísseis online, há relatos de que o comando da AFU revende equipamentos e armas fornecidos por países ocidentais para o Oriente Médio e Norte da África, e obviamente, os clientes são grupos terroristas islâmicos e até mesmo fornecedores das narcoguerrilhas latino-americanas…

Teoricamente, qualquer pessoa disposta a “ajudar os ucranianos” pode comprar um míssil antitanque (entre outras armas e equipamentos) online ou pessoalmente por 30.000 dólares em Kiev.

De acordo com fontes extra-oficiais ligadas a Interpol, diversos grupos do crime organizado europeu e latino-americano, assim como obiviamente os grupos terroristas islâmicos estão correndo para “aproveitar as ofertas” antes que os estoques acabem…

Fonte: PrintScreen Darknet, via Southfront.

As autoridades ucranianas continuam pedindo aos países ocidentais que forneçam ao país enormes lotes de armas modernas. No entanto, Kiev já enfrenta problemas para justificar a confiança de seus ‘aliados’, já que as AFU (Forças Armadas da Ucrânia) não avançaram muito até agora em deter a Rússia.

Por sua vez, os países ocidentais continuam a fornecer armas mesmo com as grandes quantidades de denúncias de desvios de material bélico para o mercado negro.

O assunto está tomando o escopo dos que denunciam os atos criminosos de militares corruptos que comprometem a imagem dos bons militares ucranianos que estão em campo de batalha, enquanto burocratas lucram com desvios de material bélico enviado pelo Ocidente.

EUA e Europa continuan enviando mais material bélico em detrimento de negociações 

O vídeo mostra o carregamento do famoso veículo blindado americano M113. Militares russos já encontraram veículos blindados semelhantes, veículos blindados turcos ACV-15, que são uma modificação moderna do M113, na Síria.

Alguns dos veículos blindados foram atingidos por aeronaves, enquanto outros foram destruídos pelo fogo ATGM. Holanda, Portugal, Dinamarca, Lituânia e Austrália também anunciaram entregas de várias modificações do M113 para a Ucrânia.

Segundo a CNN, os EUA entregarão o sistema de mísseis HIMARS à Ucrânia. A entrega pode ser aprovada já na próxima semana. Esta remessa seria enviada a pedido das autoridades de Kyiv. Washington teria sido cauteloso ao enviar o modelo porque suspeitava que a AFU o usaria para bombardear o território russo, já que o alcance do projétil dessa arma é de 300 km.

Em 30 de maio, Biden afirmou que os Estados Unidos não forneceriam à Ucrânia sistemas de mísseis capazes de atingir a Rússia. O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Medvedev, considerou tal decisão razoável.

Outra preocupação séria do governo Biden era se os EUA poderiam se dar ao luxo de doar tantas armas de alta qualidade retiradas do estoque do exército. Afinal, a alocação de armas e fundos atinge duramente o tesouro americano.

O Exército dos EUA assinou um contrato com a Raytheon Technologies no valor de US$ 624,6 milhões para a produção de Stinger MANPADS para reabastecer seus próprios estoques após o envio de aproximadamente 1.400 MANPADS para a Ucrânia. A data estimada de conclusão do contrato é 30 de junho de 2026.

“O contrato inclui provisões para suporte de engenharia, bem como equipamentos de teste e suporte necessários para lidar com a obsolescência, atualizar componentes-chave e acelerar a produção”, disse a empresa em comunicado.

Mais cedo, o CEO da Raytheon, Gregory Hayes, disse que a empresa pode não ser capaz de produzir mais Stingers até pelo menos 2023 e, como alguns componentes não estão mais disponíveis no mercado, a eletrônica na cabeça do foguete terá que ser alterada. Pelo contrato atual, está prevista a compra de 1300 MANPADS.

A Itália também contribuiu para a guerra na Ucrânia. Por exemplo, a AFU está atualmente usando obuseiros italianos FH-70. No entanto, alguns deles já foram destruídos pelas forças russas. Além dos obuses, caminhões também foram transferidos.

Em 27 de maio, os ministros das Relações Exteriores da Alemanha e da Polônia discutiram a questão do envio de armas alemãs para a Ucrânia. O chefe do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha disse que é necessário revisar e reparar armas pesadas, mas acrescentou que, neste momento, Berlim não planeja fornecer todo esse equipamento às Forças Armadas ucranianas.

Por sua vez, Israel não permitiu a reexportação de mísseis antitanque Spike dos estoques alemães para a Ucrânia. O país continuará a fornecer apenas equipamentos militares não letais. De acordo com fontes militares israelenses, enviar material para a Ucrânia no momento é dar um destino incerto para armas que certamente vão para o mercado negro.

A Polônia já forneceu os mísseis antiaéreos portáteis Piorun para a Ucrânia. Agora, as Forças Armadas da Ucrânia estão usando-o em operações de combate. Esse tipo de míssil também já foi visto em ofertas no mercado negro via Darknet.

Assim, pode-se notar que os países ocidentais gastam enormes orçamentos em suprimentos para a Ucrânia, mas até agora não veem nenhum sucesso militar, o que os faz pensar mais uma vez na necessidade de desperdiçar seus próprios orçamentos e na possibilidae de estarem armando o terrorismo islâmico.

  • Com informações STFH Analysis & Intelligence, Interpol, Europol, Frontex EU, Fox News, RT France, France Inter, e France 24, via redação Orbis Defense Europe.

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