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As tentativas dos EUA de se firmarem nos países da Ásia Central após deixarem o Afeganistão não levarão a nada de bom

Os Estados Unidos, ao deixar o Afeganistão, onde perdeu tudo o que poderia ter sido perdido, está, no entanto, tentando ganhar uma posição na região da Ásia Central, disse o chefe do departamento militar russo, general do Exército Sergei Shoigu, a repórteres em Dushanbe, onde uma reunião de ministros da defesa dos estados membros da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) realizada ontem, 28 de julho.

Photo credit should read MASSOUD HOSSAINI/AFP via Getty Images

“Os Estados Unidos anunciaram a todos e amplamente: estamos deixando o Afeganistão. É verdade. Mas, ao mesmo tempo, estão em curso negociações com todos os estados que fazem fronteira com o Afeganistão sobre a criação de certos centros logísticos, bases para a retirada de equipamentos de lá e, claro, a criação de centros onde refugiados do Afeganistão poderiam ser aceitos, incluindo àquelas pessoas com quem os Estados Unidos têm cooperado lá por muitos anos”, disse o ministro da Defesa russo.

Ainda de acordo com Shoigu, “aqui só posso dizer uma coisa, e essa é a lógica normal do som: por que você sai se fica bem ali atrás da cerca e, figurativamente falando, tenta observar pelas frestas o que está acontecendo ali? Por que sair? Em ordem ficar literalmente na fronteira? A resposta é absolutamente óbvia: esta é uma tentativa de ganhar um ponto de apoio na região da Ásia Central. Naturalmente, tendo perdido tudo o que poderia ter sido perdido no Afeganistão”.

Ao mesmo tempo, Sergei Shoigu observou que é difícil encontrar “um bom lugar no planeta, com boas consequências, de onde vieram os Estados Unidos e onde ficaram por muito tempo”.

Ministério da Defesa da Rússia, via Redação Área Militar


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