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Chefe do Estado-Maior de Defesa britânico afirma: “corte de cabos submarinos pela Rússia será ato de guerra”

O Chefe do Estado-Maior de Defesa britânico, o Almirante Sir Tony Radakin alertou sobre a ameaça da Rússia no mar e como a atividade de submarinos está ameaçando os sistemas de comunicação em todo o mundo.

O almirante Sir Tony Radakin disse que os cabos subaquáticos que transmitem dados da Internet são “o sistema de informação real do mundo”, acrescentando que qualquer tentativa de danificá-los pode ser “um ato de guerra”.

Falando para a revista Times (EUA) em sua primeira entrevista como chefe das Forças Armadas do Reino Unido, o almirante Radakin, o ex-chefe da Marinha Real, disse que houve um “aumento fenomenal nas atividades submarinas e de submarinos da Rússia nos últimos 20 anos”.

“A Rússia aumentou a capacidade de colocar em risco esses cabos submarinos e, potencialmente, explorar esses cabos submarinos”, disse ele.

Ele disse que isso significa que Moscou poderia “colocar em risco e potencialmente explorar o sistema de informação real do mundo, que consiste em cabos submarinos que vão ao redor do mundo”.

A Marinha Real tem rastreado a atividade de submarinos russos, com uma colisão entre o HMS Northumberland e um submarino russo, gerando especulações sobre a atividade de mapeamento de cabos.

A colisão ocorreu em dezembro de 2020, depois que o navio se envolveu em um jogo de gato e rato com a embarcação subaquática e somente agora admitida e divulgada oficialmente.

O almirante Radakin também disse que o Reino Unido precisa desenvolver mísseis hipersônicos para acompanhar a competição militar, destacando a capacidade dos mísseis hipersônicos e de longo alcance da Rússia como uma ameaça e a capacidade comparativa do Reino Unido como uma fraqueza.

Ele também disse que informou os ministros sobre as “escolhas militares” da Grã-Bretanha caso a Rússia iniciasse uma invasão à Ucrânia, mas não revelou nenhuma informação adicional.

O secretário de Defesa, Ben Wallace, disse anteriormente que seria “altamente improvável” que o Reino Unido enviasse tropas caso ocorresse uma invasão.

As negociações entre Moscou, os EUA e a OTAN estão agendadas para a próxima semana em meio a tensões geradas por um aumento militar russo na fronteira com a Ucrânia.

No entanto, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que a aliança precisa se preparar “para a possibilidade de que a diplomacia fracasse”.

A secretária de Relações Exteriores, Liz Truss, pediu na sexta-feira que a Rússia acabe com sua “atividade maligna” em relação à Ucrânia.

  • Com informações The Times, UK MoD, Forces Net UK e redes sociais, via redação Orbis Defense Europe/Genebra.

 

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