Ciência e Tecnologia – Cientistas encontraram uma “tábua amaldiçoada” de 3.200 anos que pode conter a inscrição mais antiga do nome de Deus (foto)

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Em Israel, pesquisadores encontraram uma antiga tabuinha de chumbo na qual estão escritas maldições. Apesar de sua idade incrível, ele tem mais uma característica – o nome de Deus está escrito nele.

Na Cisjordânia, arqueólogos encontraram uma placa de chumbo do tamanho de um selo postal que pode conter a mais antiga inscrição hebraica para Deus: Yahweh. Um pequeno artefato com mais de 3.200 anos contém um texto que invoca a maldição de Deus sobre aqueles que quebram sua palavra. escreve Correio diário.

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Se esta descoberta for confirmada por pesquisas futuras, ultrapassará em 2 mil anos a descoberta anterior mais antiga – a estela de Mesha, datada de 840 aC.

A tabuinha foi encontrada no bíblico Monte Ebal, um lugar associado nas antigas escrituras à Terra Prometida. Este tesouro histórico foi descoberto durante escavações relacionadas com a fuga dos israelitas do antigo Egito.

De acordo com as Sagradas Escrituras, Moisés deveria construir um altar no Monte Ebal, mas devido à sua rebelião não conseguiu entrar na Terra Prometida. Acredita-se que seu sucessor Josué construiu o altar que restaurou a Aliança.


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A equipe traduziu as 48 letras como: “Amaldiçoado, amaldiçoado, amaldiçoado – amaldiçoado pelo Senhor Yahweh”.

Foto: ABR/Michael C. Luddeni

A tabuinha, compilada como um pequeno livreto de duas páginas, contém 48 letras compostas por 14 palavras. Ele contém uma maldição dirigida a Yahweh usando o termo “arur”, que significa “amaldiçoado”.

O que é intrigante é que a inscrição é feita em diferentes direções, o que era típico da época. A análise química revelou que o chumbo utilizado na pastilha provinha de uma mina no Mar Egeu, na Grécia, que estava ativa no momento da sua criação.

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Os pesquisadores descobriram que o termo “arur”, que significa “amaldiçoado”, aparece 12 vezes de cada lado com as palavras “Outer” e “Outer B” seis vezes de cada lado.

Foto: ABR/Michael C. Luddeni

A maldição na tábua ressoa com Gênesis 9:6: “Quem derramar o sangue de um homem, o seu sangue será derramado”. Pieter Geert van der Veen, que participou da descoberta, chamou a atenção para a simetria na grafia, sugerindo paralelismo quiástico.

No entanto, nem todos os arqueólogos estão convencidos disso. Uma pesquisa recente sugeriu uma teoria alternativa de que a tabuinha foi usada como isca de pesca, indicando corrosão causada pelo desgaste, em vez de inscrições intencionais.

Apesar do debate, a descoberta sugere uma presença hebraica no Monte Ebal, consistente com os relatos bíblicos. Os recursos exclusivos da tabuinha desafiam os limites cronológicos tradicionais, abrindo novos caminhos para a compreensão da escrita hebraica. Se confirmada, esta descoberta poderá mudar a nossa compreensão da cultura e das práticas religiosas judaicas primitivas.

Importante

Isso nunca foi encontrado antes: uma matriz de foca medieval foi descoberta na Inglaterra, que não tem análogos (foto)

À medida que os investigadores continuam a desvendar os mistérios desta antiga tabuinha, surgem questões sobre o contexto histórico mais amplo e a evolução da escrita. As implicações potenciais vão além da arqueologia, oferecendo uma visão da paisagem cultural e religiosa da época.

A descoberta desta antiga tabuinha hebraica fornece um vislumbre do passado distante. Embora o debate continue entre os arqueólogos, as implicações são profundas. Seja uma relíquia de maldições ou uma ferramenta de pesca, a tabuinha acrescenta um capítulo fascinante à exploração contínua das raízes antigas da humanidade.

Anteriormente Foco falou sobre um artefato único encontrado na Turquia. Apenas 22 relíquias semelhantes são conhecidas no mundo.

Também falamos sobre a fortaleza perdida de Antíoco IV. Em Israel, cientistas descobriram fragmentos de azulejos que podem estar associados ao Acre, uma antiga fortaleza cuja localização ainda é desconhecida.

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