Ciência e Tecnologia – Devolverá a capacidade de ver aos cegos: cientistas desenvolveram um implante visual do tamanho de um neurônio

Este dispositivo incomum, apesar do tamanho, possui uma resolução muito alta. Os cientistas não vão parar por aí e querem deixar o quadro ainda mais claro.

Pesquisadores da Chalmers University of Technology (Suécia), da Universidade de Freiburg e do Instituto Holandês de Neurociências desenvolveram um implante ocular revolucionário projetado para tratar a cegueira. Este novo dispositivo é excepcionalmente pequeno, do tamanho de um neurônio, e equipado com eletrodos finamente projetados que podem imitar informações visuais no cérebro, escreve. Descobertas do estudo.

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A cegueira geralmente ocorre devido a danos no próprio olho, e não no córtex visual do cérebro, que ainda está pronto para receber informações visuais. Os implantes tradicionais enfrentaram problemas como volume e possíveis cicatrizes cerebrais, dificultando a integração a longo prazo. O implante inovador supera esses desafios por ser excepcionalmente pequeno e durável, prometendo um tratamento menos invasivo e mais eficaz, afirma o pesquisar.

Importante

A doença de Alzheimer foi confirmada em 94%: os cientistas consideraram um sinal claro de complicações

Maria Asplund, professor de bioeletrônica na Universidade Chalmers, explica que embora a imagem percebida não reproduza exatamente a nossa visão primária, ela se assemelhará a uma representação visual mais simples, como pontos de luz em um quadro escuro que se acendem para transmitir informações. O novo design permite que vários eletrodos – cada um representando um pixel – sejam colocados em um pequeno implante, melhorando a clareza da imagem.

O estudo também fala sobre os materiais utilizados na confecção do implante. Um polímero condutor especial não corrosivo reveste as minúsculas peças metálicas, evitando que se quebrem e garantindo a longevidade do implante. Este avanço é importante porque os implantes metálicos tradicionais podem corroer, levando a complicações de saúde.

A equipa de investigação está otimista quanto ao futuro e pretende agora melhorar o implante para que possa suportar milhares de elétrodos, melhorando significativamente a resolução da informação visual que pode fornecer. Esta investigação não só traz esperança às pessoas que sofrem de cegueira, mas também estabelece um novo padrão no campo dos implantes médicos.

Anteriormente Foco escreveu que o daltonismo começou a ser tratado com terapia genética. Os cientistas usaram a terapia genética para dar a um pequeno grupo de pessoas daltônicas a capacidade de perceber as cores pela primeira vez, dando esperança de um futuro colorido a centenas de milhares de pessoas.

Também Foco escreveu que, segundo os cientistas, os óculos que protegem contra a luz azul artificial são inúteis. Os óculos e lentes populares que prometem proteger os nossos olhos dos efeitos nocivos do espectro azul revelaram-se completamente ineficazes a curto prazo.

Importante! Este artigo é baseado e não contradiz as mais recentes pesquisas científicas e médicas. O texto tem caráter meramente informativo e não contém orientação médica. Para estabelecer um diagnóstico, consulte um médico.

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