Ciência e Tecnologia – Protege o cérebro da doença de Alzheimer em 70%: os cientistas descobriram uma nova variante de um gene importante

Os cientistas identificaram uma nova variante genética que pode ajudar a conter a doença de Alzheimer e até mesmo mitigar os danos que a acompanham. Eles esperam aplicar suas propriedades curativas em futuros tratamentos para a doença.

Pesquisadores da Universidade de Columbia fizeram um grande avanço no estudo da doença de Alzheimer ao identificar uma variante no gene FN1, que desempenha um papel crítico na produção de fibronectina, uma proteína associada à doença. Os resultados do estudo, que incluiu 10.763 pessoas, mostraram que esta opção poderia reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer em 70%, especialmente em pessoas que carregam o gene APOEe4 de alto risco, mas não desenvolveram a doença, escreve. Alerta Ciência.

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A fibronectina é um componente da barreira hematoencefálica que regula a entrada e saída de substâncias do cérebro. Este é o mecanismo de defesa do nosso cérebro que não diferencia entre as substâncias “ruins” e “boas” que tentam entrar, bloqueando quase tudo. Os pesquisadores sugeriram que o excesso de fibronectina pode interferir na capacidade do cérebro de remover proteínas beta-amilóides, que são características da doença de Alzheimer. Esta hipótese foi apoiada por experiências com peixe-zebra, nas quais a redução dos níveis de fibronectina promoveu a eliminação da amiloide e mitigou outros danos associados à doença de Alzheimer.

Neurologista Richard Maillet e colegas sugeriram que o direcionamento à fibronectina poderia imitar os efeitos protetores da variante FN1, abrindo caminhos promissores para o desenvolvimento de terapias futuras. A presença desta variante num número significativo de pessoas com APOEe4 indica um potencial mecanismo preventivo contra a doença de Alzheimer, garantindo uma maior exploração do seu potencial protetor e aplicações terapêuticas.

Esse estudar aprofundou a compreensão dos cientistas sobre a patologia da doença de Alzheimer e lançou as bases para potenciais tratamentos futuros que poderiam reduzir proativamente os níveis de amiloide no cérebro, causando um impacto significativo no tratamento e prevenção desta doença debilitante. Os investigadores estão optimistas quanto às implicações destas descobertas para o desenvolvimento de novas terapias medicamentosas que tenham como alvo a fibronectina para combater eficazmente a doença.

Anteriormente Foco escreveu sobre a descoberta de um gene raro que oferece esperança de cura para o Alzheimer. A descoberta de um homem colombiano que resistiu à doença de Alzheimer durante décadas, apesar de uma predisposição genética, levou a avanços intrigantes na compreensão da doença.

Também Foco escreveu sobre o segredo das aranhas que podem ajudar a tratar a doença de Alzheimer. Os pesquisadores acreditam que, ao desvendar o mistério da seda da aranha, conseguirão curar uma das doenças mais misteriosas da história.

Este material é apenas para fins informativos e não contém conselhos que possam afetar sua saúde. Se você estiver enfrentando problemas, entre em contato com um especialista.

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