HomeAeroespacialEscudo-Tínia 2022: A FAB afia suas garras no Sul do Brasil

Escudo-Tínia 2022: A FAB afia suas garras no Sul do Brasil

Entre os dias 7 e 25 de Novembro, o Estado do Rio Grande do Sul, está sendo palco de um dos maiores treinamentos operacionais anuais da Força Aérea Brasileira (FAB), o Exercício Conjunto (EXCON) Escudo-Tínia.

Entre os dias 7 e 25 de Novembro, o Estado do Rio Grande do Sul, está sendo palco de um dos maiores treinamentos operacionais anuais da Força Aérea Brasileira (FAB), o Exercício Conjunto (EXCON) Escudo-Tínia.

Mais de 50 aeronaves das Aviações de Caça, Reconhecimento, Asas Rotativas e Transporte e cerca de 800 militares, vindos de diversas partes do país participam da manobra, que tem como sedes as Bases Aéreas de Canoas e Santa Maria, situadas respectivamente na Região Metropolitana de Porto Alegre e na porção central do Estado.

Além destes locais, a cidade de Santana da Boa Vista, também está sendo empregada na operação, como veremos mais adiante. Durante estas três semanas, os céus gaúchos ficarão movimentados com as aeronaves envolvidas no treinamento, realizando diversos tipos de missões, tais como: Escolta, Reconhecimento Aéreo, Controle e Alarme em Voo, Ataque, Varredura, Reabastecimento em Voo, Posto de Comunicação no Ar, Defesa Aérea e Transporte Aéreo Logístico.

O nome do exercício tem origem na mitologia etrusca, onde Tínia era o deus supremo e senhor dos ceús, comandando os raios e trovões.

O site Aviação em Floripa preparou esta matéria especial, trazendo aos seus leitores muitas imagens e informações sobre este importante treinamento da Força Aérea Brasileira. Boa leitura!

Um treinamento, múltiplos benefícios

Iniciado em 2019, o Exercício Tínia chega neste ano em sua quarta edição, desta vez, agregando no seu contexto, a Operação Escudo Antiáereo, treinamento que envolve a participação das Unidades Militares de Defesa Antiaérea dos três braços das Forças Armadas, em proveito da operacionalidade e adestramento conjunto, daí advindo o nome Escudo-Tínia.

Contando com um número expressivo de aeronaves e militares envolvidos nas diversas etapas que compõem uma operação desta magnitude, todo o planejamento e coordenação está a cargo do Comando de Preparo (COMPREP) e do Comando de Operações Aerospaciais (COMAE), demonstrando desde a mobilização dos meios aéreos e efetivos, o alto poder de pronta-resposta da FAB em situações que necessitem de um rápido deslocamento da Força para qualquer ponto do país.

Além das Unidades Aéreas e de Defesa Antiaérea, o exercício tem a participação direta do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II) e do Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC), provendo todo o suporte de Controle do Espaço Aéreo e de Comunicações.

De acordo com o Comandante da Base Aérea de Canoas e Diretor do Exercício (DIREX), Coronel Aviador Marcelo Zampier Bussmann, o treinamento tem entre seus objetivos principais, adestrar os militares para a condução de missões aéreas, permitir o treinamento técnico das Unidades de Defesa Antiáerea e consolidar dentro da Força, a doutrina de operação conjunta, servindo ainda o exercício, para a verificação, revisão e aprimoramento das doutrinas e táticas de emprego operacional.

As diretrizes descritas pelo Coronel Bussmann, colaboram e fortalecem o papel central da Força Aérea Brasileira em sua missão-fim, garantindo a operacionalidade de seus Esquadrões Aéreos com o intuito de manter a soberania do espaço aéreo e integrar o território nacional, com vistas à defesa da pátria.

Localização no mapa dos locais participantes do EXCON Escudo-Tínia 2022

Embora seja de responsabilidade da Força Aérea Brasileira, o treinamento conta este ano com a participação de efetivos e Unidades de Defesa Antiaérea do Exército Brasileiro (EB), da Marinha do Brasil (MB) e da própria FAB que, além da interoperabilidade, têm aqui uma excelente oportunidade para adestrar seu pessoal e testar seus equipamentos e técnicas de emprego contra os meios aéreos, adicionando também uma camada a mais de realismo e complexidade ao planejamento e execução das missões a serem realizadas pelos pilotos.

As Unidades e Grupos de Defesa Antiaérea que estão participando do treinamento são as seguintes: pela FAB, os Grupos de Defesa Antiaérea (1º, 2º e 3º GDAAE); a Bateria de Artilharia Antiaérea (BiaArtAAe) do Batalhão de Combate Aéreo (BtlCmbAe) da Marinha do Brasil e Baterias de Artilharia Antiaérea (BiaAAAe) dos Grupos de Artilharia Antiaérea (GAAAe) do Exército Brasileiro.

Pilotos seguindo para o debriefing após o retorno de uma missão

O treinamento, a exemplo das edições anteriores, acontece na região Sul do país, local que reúne as condições ideais para a realização de um exercício desse porte. Um dos motivos, é a presença de duas grandes Bases Aéreas próximas entre si, com toda a infra-estrutura logística e operacional necessária para as aeronaves e de apoio aos militares.

Outro ponto favorável é o baixo volume de tráfegos aéreos comerciais e civis, comparado com outras regiões, garantindo a segurança e a fluidez na condução das missões aéreas. Além desses, a meteorologia nesta época do ano no Sul do país também ajuda, com temperaturas mais amenas e predomínio de tempo bom, permitindo um fluxo contínuo na condução das operações de voo.

O contexto do exercício

O treinamento acontece dentro de um ambiente simulado de guerra aérea convencional, também chamada de guerra regular, ou seja, quando há um conflito entre forças de dois países ou uma aliança ou coalizão militar, por meio de ações que reproduzem a disputa por um território e o estabelecimento do controle e manutenção do seu espaço aéreo.

Dentro deste cenário, o Estado do Rio Grande do Sul foi dividido em dois territórios, denominados de “País Alfa” e “País Bravo”, identificados no mapa pelas cores azul e vermelha, respectivamente. Estas duas “nações” têm entre si, uma área em litígio localizada dentro do País Bravo.

A região em disputa pelos “dois países” está situada entre os municípios de Encruzilhada do Sul e Santana da Boa Vista. É neste local que encontram-se as Unidades de Defesa Antiaérea participantes do exercício, defendendo os “alvos” a serem atingidos pelas aeronaves de ataque do “País Alfa”.

O Estado do Rio Grande do Sul, no contexto do exercício passou a ser denominado de “Continente Gaúcho”, com dois países, “Alfa e Bravo” disputando um território pertencente ou anexado por este último. Fonte: FAB
Detalhe da área em litígio, localizada entre os municípios de Encruzilhada do Sul e Santana da Boa Vista. Fonte FAB

Das Bases Aéreas de Canoas e Santa Maria partem os meios aéreos de ataque e defesa de ambos os lados, posicionando-se em áreas previamente definidas no mapa de forma a garantir a proteção de seus respectivos territórios e efetuarem as ações ofensivas ou defensivas da área em disputa.

Além destas aeronaves, decolam também das duas sedes do treinamento, todos os demais vetores que vão apoiar e complementar cada uma das missões, provendo o Reabastecimento em Voo, o Controle Aéreo Aerotransportado, o Transporte de tropas e suprimentos, Reconhecimento Aéreo, Busca e Resgate, dentre outras.

Cada missão destas, engloba um “pacote” de aeronaves dos mais variados tipos e funções, atuando em conjunto para o cumprimento de um determinado objetivo ou ação.

Esse é o conceito básico das missões aéreas compostas, também chamadas de COMAO (do inglês, Composite Air Operation, ou Operação Aérea Composta) e, o adestramento desta doutrina de emprego dos meios aéreos (amplamente testado e validado em combate por diversas forças aéreas mundo afora em diferentes conflitos nas últimas décadas), é um dos pontos centrais buscados pela FAB em exercícios como o Escudo-Tínia.

De acordo com o Co-Diretor do Exercício, Coronel Aviador Luciano Antônio Marchiorato Dobignies, durante o treinamento, as missões vão se tornando mais complexas e desafiadoras, agregando cada vez mais aeronaves em torno da execução de um objetivo, exigindo atenção e dedicação máxima de todos os participantes. Embora seja um exercício, tudo é feito o mais próximo possível de uma situação real.

Ao longo do ano, as diversas Unidades Aéreas da FAB realizam vários treinamentos específicos e de menor escala e, nas palavras do Coronel Marchiorato,  exercícios como o Escudo-Tínia se constituem numa excelente oportunidade para a Força Aérea Brasileira reunir dentro de um mesmo contexto e estrutura, todas elas, aprimorando a organização, a comunicação, o intercâmbio e a troca de experiências com o intuito que este conjunto atue de forma coordenada e integrada, como os elos de uma corrente, para o cumprimento da missão.

Embora as aeronaves e toda a movimentação em torno delas concentrem todas as atenções, existem diversas outras atividades dentro do Exercício Escudo-Tínia que são tão ou mais importantes para o desenvolvimento das operações.

A participação da cidade de Santana da Boa Vista e região próxima, onde foram dispostas as equipes de Defesa Antiaérea, exigiu grande dedicação e esforço quanto ao deslocamento de materiais, montagem de acampamentos, abrigos e a instalação da infra-estrutura necessária para uma operação fora de sede ou deslocada.

Alimentar, acomodar e fornecer o conforto e as condições ideiais de trabalho para os envolvidos no exercício não é uma tarefa fácil. Isso é função do Grupamento de Apoio Logístico de Campanha (GALC), organização da FAB responsável por prover todo o suporte logístico em situações de mobilização das Unidades Militares com seus efetivos e equipamentos.

Não apenas durante o treinamento, mas no dia-a-dia das Unidades Aéreas, o apoio e o cuidado das equipes de manutenção dado às aeronaves é fundamental para a segurança de voo e para manter a operacionalidade

Os meios aéreos

Os principais modelos de aeronaves utilizadas pela Força Aérea Brasileira estão participando do EXCON Escudo-Tínia, evidenciando a grandeza e a importância do exercício. Entre eles, temos os caças F-5M Tiger II, A-1M e A-29 Super Tucano; o avião de vigilância e controle aéreo E-99M; as aeronaves de reconhecimento remotamente pilotadas RQ-450 e RQ-900; além das aeronaves de apoio e transporte logístico: C-95M Bandeirante, C-105 Amazonas, KC-130M Hércules, KC-390 Millenium; e o helicóptero H-60L Black Hawk. A distribuição de forças de cada lado do “conflito” ficou assim definida, conforme mostram as imagens abaixo:

Fonte: Elaboração própria, a partir dos slides apresentados pela FAB à imprensa.

De maneira geral, as aeronaves de Defesa Aérea, compostas pelos caças F-5M Tiger II e o avião especializado em Controle e Vigilância Aérea, E-99, estão concentrados em Canoas.

Por sua vez, Santa Maria reúne as aeronaves de Ataque (A-1M e A-29), Transporte e Reabastecimento em Voo (C-95M Bandeirante, C-105 Amazonas, KC-130M Hércules e KC-390 Millenium), as Aeronaves Remotamente Pilotadas (RQ-450 e RQ-900) e os helicópteros H-60L Black Hawk.

Ao contrário do que se possa imaginar, Canoas e Santa Maria não são, cada qual, a sede da “Força Aérea” dos dois países beligerantes. Para a edição deste ano, as aeronaves de certa forma, estão concentradas nas duas Bases Aéreas por suas funções primárias, cumprindo as suas missões para ambos os lados, a partir dos locais onde estão sediadas.

Operando a partir de Canoas, está a espinha dorsal da Aviação de Caça da FAB, formada pelos Northrop F-5EM/FM Tiger II. Sua tarefa básica durante o treinamento é prover a Defesa Aérea para que as aeronaves de Ataque e Transporte possam executar e cumprir suas missões.

O avião atua dos dois lados do conflito fictício, tanto protegendo pelo ar a área em litígio, quanto combatendo as aeronaves adversárias que fazem a defesa da mesma. Pilotos das três Unidades Aéreas que empregam o modelo na FAB, 1º Grupo de Defesa Aérea (Anápolis/GO), 1º Grupo de Aviação de Caça (Santa Cruz/RJ) e 1º Esquadrão do 14º Grupo de Aviação (Canoas/RS) estão participando do treinamento, que conta presencialmente com aeronaves de Santa Cruz e Canoas.

 
Northrop F-5EM/FM Tiger II

A função de ataque no treinamento cabe aos A-1M e A-29 Super Tucano. Os A-1 são jatos subsônicos utilizados na FAB nas funções de Ataque Estratégico, Interdição do Campo de Batalha e Reconhecimento Tático.

Têm sua sede em Santa Maria/RS e são atualmente operados de forma compartilhada pelos Esquadrões Poker (1º/10º GAv) e Centauro (3º/10º GAv). Estas aeronaves passaram recentemente por um extenso programa de modernização, incorporando diversos sensores e equipamentos de forma a garantir a sua sobrevivência na atual arena de combate.

Já os A-29 Super Tucano que estão participando do exercício, pertencem aos três Esquadrões do 3º Grupo de Aviação, sediados em Boa Vista/RR, Porto Velho/RO e Campo Grande/MS. É um avião turboélice, fabricado pela Embraer a partir do treinador T-27 Tucano, dotado de moderna aviônica, podendo carregar uma variada gama de armamentos sob as asas, além de contar com duas metralhadoras “ponto 50” instaladas na raiz das asas.

No dia-a-dia operacional, estes Super Tucano cumprem missões de vigilância e proteção da fronteira oeste do país contra tráfegos aéreos ilícitos e também atuam na progressão operacional dos Pilotos de Caça recém-formados pela FAB em Natal/RN. No âmbito do Exercício Escudo-Tínia, ambos os modelos de aeronaves compõem as forças de ataque do “País Alfa”.

 

Aermacchi/Alenia/Embraer A-1M

Embraer A-29 Super Tucano

As forças do País Alfa contam com um vetor especializado para a busca e vigilância aérea. Trata-se do E-99, uma das aeronaves mais avançadas da FAB, tendo como sua principal característica, um radar aerotransportado sobre a fuselagem que permite a identificação e o acompanhamento de alvos aéreos voando a até cerca de 450 km de distância.

O E-99 é um projeto nacional, fabricado pela Embraer e desenvolvido a partir do avião comercial EMB-145. O radar utilizado é de origem sueca e se chama Erieye. O E-99 é uma aeronave do tipo AEW&C (do inglês, Airborne Early Warning and Control, ou Alerta Aéreo Antecipado e Controle). O Brasil faz parte do seleto grupo de Forças Aéreas que possuem em seu inventário tal tipo de aeronave.

O E-99 ainda pode desempenhar missões de Comando e Controle, Gerenciamento do Espaço Aéreo, Coordenação de operações de Busca e Salvamento, Controle e Vigilância de fronteiras, Vigilância Marítima e Posto Aéreo de Comando. Estes aviões ficam sediados em Anápolis/GO e pertencem ao 2º Esquadrão do 6º Grupo de Aviação, chamado de Esquadrão Guardião. No exercício, sua função é monitorar as ameaças aéreas e vetorar os meios aéreos amigos para a interceptação e a destruição desses alvos.

Embraer E-99M

 

As funções de Transporte e Reabastecimento em Voo (REVO) estão com seus meios aéreos concentrados em Santa Maria, contando com a participação de diversos tipos de aeronaves: C-95M Bandeirante, C-105A Amazonas, KC-130M Hércules e KC-390 Millenium. Destes, apenas este último opera com os dois lados do conflito, estando o restante, a serviço do “País Alfa”.

A função destes aviões durante o treinamento é prover toda a logística e o apoio às operações para o esforço de guerra, seja, transportando e lançando tropas e suprimentos ou fornecendo reabastecimento em voo para os caças F-5M Tiger II e A-1M.

Um detalhe curioso é que o Exercício Escudo-Tínia marca a despedida operacional do FAB 2461, um dos dois Hércules da FAB especialmente configurados para a missão de Reabastecimento em Voo (REVO). A outra aeronave, matriculada como FAB 2462, seguirá ainda nesta tarefa por mais algum tempo.

Em breve, todo o transporte pesado tático da Força Aérea Brasileira estará a cargo do KC-390 Millenium. Duas destas aeronaves estão participando do exercício, uma configurada para Transporte e a outra, para Reabastecimento em Voo.

CASA C-105A Amazonas
 
Lockheed KC-130M Hércules
 
Embraer KC-390 Millenium
A Aviação de Asas Rotativas da FAB está representada no Exercício Escudo-Tínia 2022 pelos H-60L Black Hawk do 5º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação, o Esquadrão Pantera, sediado na própria Base Aérea de Santa Maria. A função destes versáteis helicópteros no treinamento é prover a atividade chamada de Combat SAR, resgatando pilotos ou tripulantes abatidos em território inimigo.

Sikorsky H-60L Black Hawk

 
Nota Editorial: Além das aeronaves mostradas acima, o treinamento ainda conta com a participação dos Veículos Remotamente Pilotados RQ-450 e RQ-900, pertencentes ao Esquadrão Hórus, também sediado em Santa Maria e operando de seu local de origem em favor do “País Alfa”, fornecendo vigilância do campo de batalha e informações diversas sobre a posição e o deslocamento das forças inimigas, através de suas câmeras e sensores.

Uma visita ao pátio operacional

A exemplo do que havia acontecido em Canoas na semana anterior, a Força Aérea Brasileira abriu espaço para os profissionais de imprensa conhecerem em detalhes, as atividades do Exercício EXCON Escudo-Tínia, desta vez na Base Aérea de Santa Maria, propiciando mais uma oportunidade para a obtenção de informações e o registro de imagens das aeronaves operando a partir da “Sentinela Alada dos Pampas”, como a Base é conhecida.

O evento foi realizado no dia 15 de Novembro, Feriado de Proclamação da República e organizado pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, ocorrendo em dois momentos, sendo a parte da manhã reservada para as mídias especializadas e o período da tarde, recebendo também os jornais e emissoras de TV locais.

Coronel Marchiorato, Co-Diretor do Exercício, sendo entrevistado pela imprensa local de Santa Maria.

As atividades programadas para a imprensa contaram com uma visita ao pátio operacional e aos hangaretes para conhecer de perto as aeronaves sediadas em Santa Maria. Também houve o deslocamento até pontos próximos à pista, a fim de que todos acompanhassem alguns pousos e decolagens.

O Comandante da Base Aérea e Co-Diretor do Exercício, Coronel Aviador Luciano Antônio Marchiorato Dobignies recebeu os veículos de mídia para uma conversa, na qual forneceu informações sobre o treinamento e respondeu a alguns questionamentos pertinentes às atividades que estão sendo desenvolvidas em prol da operação.

Imprensa especializada registrando imagens do treinamento. Crédito: Capitão Emília/CECOMSAER

A partir de agora, fechando esta matéria especial, brindamos nossos leitores com uma compilação de imagens mostrando mais um pouco das aeronaves e da movimentação durante os dois dias de Media Day (Em Canoas e Santa Maria), os quais o site Aviação em Floripa teve a chance de acompanhar.

Deixo aqui registrado que iniciativas como essa da Força Aérea Brasileira, em oportunizar a cobertura jornalística de uma operação dessa envergadura são extremamente importantes, pois permitem que a imprensa possa mostrar para a sociedade um pouco do trabalho e das atividades da FAB em prol da defesa de nossa soberania e do nosso espaço aéreo.

O site Aviação em Floripa gostaria de agradecer à Força Aérea Brasileira e ao Comando de Preparo por abrirem espaço para a realização da cobertura jornalística deste importante treinamento da FAB.

Um brilhante artigo com fotos  textos de Marcelo Lobo da Silva do site Aviação em Floripa. Para mais informações acompanhe o site clicando aqui.

Patrocinado por Google

FAÇA UM PIX E AJUDE O ÁREA MILITAR CONTRA A CENSURA DO YT

OU USE A CHAVE-PIX:  canalareamilitarof@gmail.com

Deixe uma resposta


RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS



ENTRE EM NOSSO CANAL NO TELEGRAM



Área Militar
Área Militarhttp://areamilitarof.com
Análises, documentários e geopolíticas da área militar destinados à educação e proliferação de informações de alta qualidade. Siga nosso Twitter https://twitter.com/areamilitarof
ARTIGOS RELACIONADOS

FAÇA UM PIX E AJUDE O ÁREA MILITAR 

CHAVE-PIX:  canalareamilitarof@gmail.com

AGORA!