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“Está na hora de colocar em prática a experiência adquirida”, Sergey Shoigu (Ministro da defesa russa)

Sergey Shoigu sublinhou que era chegado o momento de "colocar em prática" a experiência adquirida durante os exercícios estratégicos anuais

A empresa estatal da Rússia TASS publicou um importante artigo que detalha minuciosamente a posição da estratégia russa a partir do discurso do Ministro da defesa Sergey Shoigu, e o Área Militar trouxe essa perspectiva de forma exclusiva.

O Ministério da Defesa da Rússia determinou tarefas parciais de mobilização para todas as regiões do país. O Estado-Maior emitiu as instruções necessárias sobre os procedimentos de mobilização na reunião do conselho do ministério na quarta-feira, 21 de setembro.

O destaque feito que se traduz em estratégia sublinha o momento de “colocar em prática” a experiência adquirida durante os exercícios estratégicos anuais e de organizar “oportuna e eficientemente” a notificação de todos os passíveis de mobilização.

Ground Forces/Handout via Reuters

O Ministro Sergey Shoigu considera que todas as tentativas do Exército Ucraniano de atacar perto de Mikolayev-Krivoi Rog foram frustradas, o que realmente foi demonstrado pelo Área Militar pela ausência de progressão de terreno na área – das duas partes.

Só nas últimas três semanas, Kiev perdeu mais de 7.000 homens e quase 1.000 equipamentos militares.

Mobilização parcial
A base para a mobilização de unidades militares, comissariados militares e o aparato de reforço estão prontos para a mobilização. O momento é propício para colocar em prática a experiência adquirida durante os exercícios estratégicos anuais.

Shoigu destacou em seu comentário que é necessário providenciar uma notificação oportuna e adequada e fortalecer “medidas para combater provocações e ações ilegais, bem como aumentar a segurança dos escritórios de recrutamento”.

Os comandantes das regiões militares devem organizar uma “cooperação estreita” com as autoridades regionais, o intuito é ligar as regiões como planos descentralizados.

Os mobilizados, conforme decorre do decreto presidencial, gozarão da condição de militares contratados e de “um abono pecuniário adequado”.

Além disso, de acordo com o decreto, o pessoal das indústrias de defesa terá um diferimento durante todo o período de emprego.

Shoigo assinou a diretriz das estratégias de mobilização que se baseia em tarefas para todas as regiões. As instruções do Estado-Maior sobre o procedimento de execução das medidas de mobilização foram dadas, cabe ao Ministro determinar a execução.

A operação especial na Ucrânia
Putin considera o conflito em curso como Operação Militar Especial por se limitar na região de Donbass.

De acordo com os levantamentos do Ministério da Defesa, os militares russos continuam a libertar o território da República Popular de Donetsk e continuarão a conduzir a operação militar especial até que as metas estabelecidas pelo Comandante Supremo em Chefe, no caso Putin, sejam totalmente alcançadas.

Para fortalecer as capacidades de ataque, o grupo Izyum-Balakleya foi transferido para Donbass, isso porque Khakiv e Izyum sofreram pesadas perdas com ao menos 3 mil quilômetros quadrados de territórios retomados pelos ucranianos.

Somente nas últimas três semanas, de acordo com a Rússia, Kiev perdeu mais de 7.000 soldados e 970 peças de equipamento militar, incluindo 208 blindados pesados e 245 veículos de combate de infantaria, 186 outros veículos blindados, 15 aeronaves e 4 helicópteros.

As Forças Armadas Russas serão fortalecidas em contingente

Finalizando as observações de Shoigu em seu pronunciamento, a decisão de aumentar a força padrão do exército russo em 137.000 soldados de carreira a partir de 1º de janeiro de 2023 decorre do fato de que “o Ocidente coletivo liderado pelos EUA continua seu curso político-militar para conter a Rússia e seus aliados” e também “persegue uma política agressiva” prestando assistência à Ucrânia.

A força de combate das tropas aerotransportadas continua a ser construída como base da força de reação rápida. Os pára-quedistas na Ucrânia estiveram envolvidos nas “tarefas mais complexas e responsáveis desde os primeiros dias da operação militar especial”.

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