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Exercício Robin Sage – EUA preparando Forças Especiais para uma “guerra civil”?

Um ensaio de guerra civil? O Exército dos EUA realizará um exercício de treinamento de ‘guerra de guerrilha’ de duas semanas na Carolina do Norte para ensinar as Forças Especiais como derrubar um ‘governo ilegítimo’ apenas algumas semanas depois que o DoJ – Departement of Justice anunciou nova unidade de ‘terrorismo doméstico’

Militares do Exército estarão lutando em um exercício, simulando uma guerra assimétrica contra “experientes combatentes da liberdade” em duas dúzias de condados do estado da Carolina do Norte em um “exercício de guerra de guerrilha” de duas semanas, onde tentarão derrubar um “governo ilegítimo”.

A notícia do exercício de treinamento vem poucos dias após o aniversário da invasão do Capitólio e quando o Departamento de Justiça anuncia a criação de uma nova unidade de ‘terrorismo doméstico’ para enfrentar o que as autoridades disseram ser uma ‘ameaça elevada de extremistas nacionalistas violentos’.

Alguns questionaram o momento próximo dos eventos, enquanto outros foram mais longe com medo de que o governo Biden esteja “se preparando para a revolta americana”, ou mais claramente, uma guerra civil. Coincidentemente, de acordo com informações internas anônimas, a edição desse ano do exercício foi a que teve o menor número de pedido de inscrições de militares de todos os tempos.

Repercussão negativa nas redes sociais e nas comunidades de veteranos

Não é novidade que uma das prioridades do governo do presidente empossado em questão de segurança nacional é o foco em prováveis movimentos de inssureição e de contestação governamental, deixando para ssegundo ou até mesmo para terceiro plano, os terroristas islâmicos, crime organizado e espionagem/sabotagens de agentes infiltrados de nações hostis. O maior medo do atual governo dos EUA é o próprio povo americano que não o aceita…

“Jogos de guerra militares de Biden lutando e matando ‘combatentes da liberdade’ americanos na guerra de guerrilha (sic)”… Esse é o termo mais usado pelos usuários das redes sociais nos EUA em reação às notícias do treinamento de guerrilha em solo americano.

Outros usuários do Twitter até questionaram se o governo estava “tentando fazer com que as tropas se acostumassem com a ideia de matar americanos?”

No entanto, o exercício de treinamento de guerrilha, conhecido como Robin Sage, na verdade ocorre todos os anos desde a década de 1970, porém a cada edição o exercício é adaptado aos cenários mais en voga da atualidade.

Durante o exercìcio Robin Sage, os jovens militares aspirantes a Green Berets enfrentarão membros experientes do serviço de unidades em Fort Bragg, atuando como forças opostas e guerrilheiros da liberdade, bem como guerrilheiros civis ‘especialmente treinados’ (aparentemente uma alusão aos integrantes de milícias patrióticas).

Dentro das particularidades do cenário atual a opinião pública especializada dos EUA está considerando o exercício preocupante, pois a Lei Posse Comitatus, de 143 anos, impede as tropas federais de participar da aplicação da lei civil, exceto quando expressamente autorizado por lei. A legislação cita a interferência militar em assuntos civis como uma ameaça à democracia e à liberdade pessoal.

Outros sugeriram que o exercício está preparando militares para evitar uma insurgência e temem que esteja treinando tropas americanas para lutar contra seu próprio povo.

O exercício Robin Sage, que serve como exame final no treinamento do Curso de Qualificação de Forças Especiais, começará em 22 de janeiro em um local não revelado em uma região não revelada no estado da Carolina do Norte, mas especula-se que esse ano o evento poderá ser extendido para outros estados vizinhos em uam adaptação mais ampla que simularia o cenário atual da Ucrânia.

No exercício é simulada uma infiltração cladestina em um país fictício “politicamente instável” de Pineland com a missão de realizar reconhecimento, ataques, emboscadas e inúmeras outras operações como um “inimigo numericamente superior”.

Em sua missão principal; “Os candidatos das Forças Especiais têm que se encontrar e se relacionar com uma força de guerrilha de uma nação do terceiro mundo, treiná-los e depois trabalhar por, com e por meio dessa força de guerrilha para conduzir operações de combate contra uma força de ocupação inimiga numericamente superior.”

O Centro e Escola Especial de Guerra John F. Kennedy do Exército dos EUA, que conduz o exercício Robin Sage, disse que as equipes são colocadas em um ‘cenário do mundo real caracterizado por conflitos armados’ e apresentados a cenários de crimes de guerra, como uma força parceira querendo executar um prisioneiro ou destruir uma aldeia. Os militares são então encarregados de negociar as situações sem violar as leis de guerra ou perder o apoio de seus aliados.

Para adicionar realismo ao exercício, voluntários civis vindos de diversas regiões dos EUA atuam como atores. A participação destes voluntários é crucial para o sucesso desta formação, e os formandos anteriores atestam o realismo que acrescentam ao exercício. Porém vários cidadãos que participam do evento estão preocupados que atualmente o exercício estaria condicioando os militares a atacar civis.

“Se este é um exercício de rotina ou não, o fato de parecer plausível que nossos próprios militares estejam treinando sobre como combater seus próprios cidadãos é revelador”, argumentou Scott M., um ator coadjuvate contratado, falando sobre o treinamento em entrevista a uma grande rede de TV dos EUA.

Em resposta à Scott M. alguém grita do fundo; “Obviamente pratico para guerra civil ou guerra doméstica”, ecoou alguém usando o nome de James Bond. ‘Espero que falhe totalmente”… 

Apesar das críticas online, os familiarizados com o curso alegam que as interações entre a ‘equipe’ e os ‘guerrilheiros’ podem determinar o sucesso ou fracasso de uma missão no campo de batalha.

Varios militares aposentados argumentam que o aspecto mais importante do exercício de treinamento são as lições práticas que ele fornece sobre as operações das Forças Especiais e a prevenção de uma resistência ou força insurgente que assuma o poder.

O exercício é efetuado de maneira tão realista que atualmente é feito um aviso público na área do ‘exercício de guerra não convencional de estreia’ que tornou-se prioridade desde 2002, depois que um estudante foi morto e outro ferido quando policiais da Carolina do Norte confundiram participantes dos exercícios com bandidos em atividade criminosa.

Oficiais militares afirmam que todos os ‘movimentos e eventos do exercìcio Robin Sage foram coordenados com oficiais de segurança pública em todas as cidades e condados que hospedam o treinamento para evitar novos incidentes com as forças de ordem e com habitantes locais que não participam do exercício.

Eles alertam que os moradores podem ouvir disparos de arma de fogo e ver explosões ocasionais, mas reiteram que “os controles estão em vigor para garantir que não haja risco para pessoas ou propriedades”.

Graças as redes sociais muita informação está sendo disponibilizada por participantes e observadores extraoficiais na região. Em breve certamente teremos novidades.

Abaixo, alguns vídeos ilustrativos do exercício:

  • Com informações via SOFREP USA, Daily Mail UK, FOX News USA, The Conservative USA, U.S. Army, via redação Orbis Defense Europe/Genebra.

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