“Lula cruzou a linha vermelha”, alerta Israel. O que pode acontecer agora?

A guerra entre Israel e os terroristas do Hamas em Gaza já atingiu dimensões regionais que remodelou a segurança e a política em todo o Oriente-Médio, forçando governos árabes a adotar políticas apoiadoras do terrorismo para prejudicar o Estado Israelense que luta novamente contra os mesmos ideais de Hitler durante a Segunda Guerra Mundial.

Com o avanço das tropas israelenses para o sul de Gaza, imagens recentes de satélites mostram os preparativos no lado egípcio da fronteira na Península do Sinai que sugerem que o Egito se prepara para um choque migratório que deve acontecer a qualquer momento na região de fronteira com Rafah.

Uma coalizão de nações apoia direta e indiretamente o projeto de dizimação dos terroristas do Hamas lançado por Israel, e boa parte destas nações suspendeu auxílio para a agência das nações unidas responsável (a UNRWA) pela suposta ajuda aos palestinos, isso porque existiam autoridades das nações unidas na Palestina envolvidas nos ataques terroristas, inclusive se descobriu um extenso túnel que atravessa por de baixo das estruturas da agência em Gaza.

Do outro lado da cerca existem àquelas nações que apoiam o terrorismo, entre elas a República Federativa do Brasil através do seu chefe do executivo Luiz Inácio Lula da Silva.

O mandatário brasileiro esteve no Egito e posteriormente foi para a Etiópia. Primeiramente no Egito, Lula se encontrou com o seu homólogo egípcio Abdel Fattah el-Sisi. Esta viagem recente de cinco dias ao exterior teve como tema principal a guerra em Gaza, mas a campanha de apoio ao terrorismo não caiu muito bem para a comunidade internacional.

Durante uma entrevista a jornalistas no hotel onde estava hospedado em Addis Abeba, na Etiópia, Lula fez declarações perturbadoras e sem embasamento sobre a guerra em Gaza.

O chefe brasileiro, Lula, comparou a guerra de Israel contra o Hamas com as ações de Hitler que causou as atrocidades contra o povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial.

“O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico, na verdade, existia quando Hitler decidiu matar os judeus”.

No entanto, o ataque de 7 de outubro do Hamas contra os judeus de Israel, que matou mais de 1.200 pessoas, foi relatado como o “dia mais terrível para os judeus desde o Holocausto”, conforme descrito pelo presidente dos EUA, Joe Biden. As falas de Lula mais uma vez se tornou sem sentido, perigosa e que associou uma ação não justificada na Segunda Guerra com as ações atuais de Israel provocadas por um ataque terrorista do Hamas em 7 de outubro.

As falas de Lula foram recebidas com vingança por Israel, e não é nada bom provocar os israelenses que devem planejar uma estratégia diplomática e política a partir de agora.

Para se ter uma ideia da falta de conhecimento de Lula sobre assuntos externos, este gráfico da Statista mostra que as mortes causadas pelo regime de Hitler foram direcionadas CONTRA JUDEUS, mais de 6 milhões de mortes, e 3 mil mortes contra homossexuais.

E durante as operações em Gaza, os israelenses encontraram livros de Hitler entre os esconderijos dos terroristas, inclusive em um quarto de uma criança para ensino e doutrinação.

Mein Kampf (main cámph) é o título do livro de dois volumes de autoria de Hitler, no qual ele expressou suas ideias antissemitas, anticomunistas, antimarxistas e nacionalistas então adotadas pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães.

Lula já havia criticado Israel pela sua “resposta desproporcional” após o ataque do Hamas e disse que o Conselho de Segurança da ONU “não pode fazer nada na guerra entre Israel e [o Hamas] na Faixa de Gaza, mas me parece que Israel tem a primazia de não cumprir qualquer decisão tomada pela liderança das Nações Unidas”, segundo as falas dele.

Como resposta inicial, o ministro das Relações Exteriores, Israel Katz, chamou de volta o embaixador brasileiro em Israel para uma reprimenda após as falas de Lula, e declarou Lula como “persona non grata”, e a classificação permanecerá até que o petista “peça desculpas e se retrate”.

Katz declarou que “não perdoaremos, nem esqueceremos – em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, declarei ao presidente Lula que ele é uma persona non grata em Israel até que ele se desculpe e reconsidere suas palavras”.

Diante dos fatos incontestáveis de antissemitismo de Lula, o recado mais forte e ameaçador veio do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, ex-militar de comando de operações especiais e principal líder atual do Mossad.

Benjamin Netanyahu disse que LULA CRUZOU A LINHA VERMELHA. Para ele, “as palavras do presidente do Brasil são vergonhosas e graves. Trata-se de banalizar o Holocausto e de tentar prejudicar o povo judeu e o direito de Israel se defender.

Comparar Israel ao Holocausto e a Hitler é cruzar uma linha vermelha. Israel luta pela sua defesa e pela garantia do seu futuro até à vitória completa e fá-lo ao mesmo tempo que defende o direito internacional”.

Nunca passe a cerca se não estiver disposto a encarar o que há do outro lado, e o chefe do executivo brasileiro cruzou a linha vermelha com Israel. O presidente israelense, Isaac Herzog, também repudiou as falas de Lula dizendo que tais “acusações e a distorção imoral da História, e apelou a todos os líderes mundiais para que se juntem na condenação inequívoca de tais ações”.

Após toda a repercussão e evidenciar toda a integração dos terroristas, mídias e governos árabes com a horda política de Lula, o grupo terrorista Hamas se pronunciou e agradeceu as falas do Presidente Lula, isso mesmo, o grupo que assa crianças em micro-ondas agradeceu as falas de Lula.

“Nós do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) apreciamos a declaração feita pelo Presidente brasileiro Lula da Silva, que descreveu aquilo a que o nosso povo palestino na Faixa de Gaza está sujeito como um Holocausto, e que as ações dos sionistas hoje em Gaza são o mesmo que o nazista Hitler fez aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial”.

Para refrescar a memória de todos, o Hamas é aquele grupo que parabenizou em 31 de outubro, a vitória de Lula no pleito de 2022. Está tudo documentado.

O ministro da Defesa, Yoav Gallant, posicionou mais fortemente contra Lula: “Acusar Israel de perpetrar um Holocausto é ultrajante e abominável. O Brasil está ao lado de Israel há anos.” Gallant mais tarde acusou o presidente Lula de apoiar o Hamas – descrevendo-o como “uma organização terrorista genocida”. O ministro disse ainda que Lula “traz muita vergonha ao seu povo e viola os valores do mundo livre”.

Já o principal político e membro do gabinete de segurança de Israel, Gideon Sa’ar, disse que “o presidente argentino Javier Milei será lembrado como um verdadeiro homem e um verdadeiro amigo do povo judeu e do Estado de Israel. O presidente Lula do Brasil será lembrado como alguém que estava associado com maldade e mentiras e foi um participante ativo em uma conspiração de sangue anti-semita contra Israel”.

Lula conseguiu atrair a irar dos israelenses, e as consequências para as então boas relações bilaterais com o Brasil podem surgir em todos os setores de agora em diante, uma das poucas nações que estenderam as mãos para ajudar o País nos desastres ambientais recentes.

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