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Maior grupo terrorista palestino, o Hamas, parabenizou Lula pela vitória no pleito. Análise!

O maior grupo terrorista palestino, e um dos principais do Oriente-médio, parabenizou Lula pela sua vitória no pleito de 2022 à presidente.

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O Hamas, um dos maiores grupos terroristas do Oriente-Médio e controla toda a região da Faixa de Gaza, West bank e Golan Heights, parabenizou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sua vitória no segundo turno realizado no último domingo, 30 de outubro.

As Eleições para presidente deste ano mostraram uma sociedade dividida entre o crime organizado das empreiteiras liderado por políticos influentes e a nova geração de libertários da Pátria e de desenvolvimento de um Brasil melhor e longe do comunismo.

Entretanto, aos 77 anos e com 50,88% nas urnas, Luis Inácio Lula da Silva foi eleito pela 3ª vez como Presidente da República, uma façanha que mostra a força do sistema judicial de impunidade no Brasil.

No passado, Lula foi condenado a três INSTÂNCIAS da Justiça, e em 15 de abril do ano passado, por 8 votos a 3, o Plenário do STF rejeitou recurso da PGR contra decisão do ministro Edson Fachin que julgou incompetente o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba, e anulou as ações penais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por não se enquadrarem no contexto da operação Lava Jato.

Julgamento em plenário do STF sobre as anulações de Lula. Área Militar

A inteligência no Brasil mostrou que o crime organizado, através da liderança presa nos presídios de segurança máxima, emitiu um “salve”, na gíria criminosa para RECADO ou EXECUTAR UMA ORDEM, a todos os membros das respectivas facções e seus familiares votarem em Lula.

Após o fim das apurações e vitória de Lula, diversas imagens correram nas redes sociais mostrando presidiários comemorando o feito nas urnas.

Mas o que chamou a atenção foi a parabenização oficial do maior grupo terrorista palestino no Oriente-médio, o Hamas.

O chefe do Conselho de Relações Internacionais do grupo terrorista, Basim Naim, parabenizou Lula pela vitória e o chamou de “o lutador pela liberdade”. Segundo Naim a disputa no segundo turno foi ferozmente contestado.

Naim considerou a eleição de Lula uma vitória para “todos os povos oprimidos ao redor do mundo, particularmente o povo palestino”. A nota de parabenização destaca que Lula “é conhecido por seu forte e contínuo apoio aos palestinos em todos os fóruns internacionais”.

O conselheiro internacional disse que o Hamas “espera que o presidente Lula mitigue todos os efeitos do apoio ilimitado ao estado de ocupação israelense”.

Quem é o Hamas?

O Hamas é um movimento militante e um dos dois maiores partidos políticos dos territórios palestinos. Governa mais de dois milhões de palestinos na Faixa de Gaza, em West Bank e em Golan Heights, mas o grupo é mais conhecido por sua resistência armada a Israel. 

Regiões de atuação do Hamas. REUTERS/Ann Wang

Dezenas de países designaram o Hamas como uma organização terrorista, embora alguns apliquem esse rótulo apenas à sua ala militar. 

O Irã fornece apoio material e financeiro, e a Turquia supostamente abriga alguns de seus principais líderes. Seu partido rival, o Fatah, que domina a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e governa a Cisjordânia, renunciou à violência. 

O Hamas tem uma série de órgãos de liderança que desempenham várias funções políticas, militares e sociais. A política geral é definida por um órgão consultivo abrangente, muitas vezes chamado de politburo, que opera no exílio. 

Comitês locais gerenciam questões de base em Gaza e na Cisjordânia.

O Hamas sempre utilizou infraestruturas civis, como escolas, creches, hospitais e templos, para fortificar seus depósitos de munições e esconderijos de terroristas mais vistos por Israel e EUA, e também são as bases de lançamentos dos principais foguetes contra o Estado de Israel.

Neste mapa é possível observar os túneis e as estruturas civis que os terroristas do Hamas utilizam para propagar o terror entre seus povos e contra Israel.

Como o Hamas é financiado?

Como uma entidade terrorista designada, o Hamas é cortado da assistência oficial que os Estados Unidos e a União Européia fornecem à OLP na Cisjordânia. Historicamente, expatriados palestinos e doadores privados no Golfo forneceram grande parte do financiamento do movimento.

Além disso, algumas instituições de caridade islâmicas no Ocidente canalizaram dinheiro para grupos de serviço social apoiados pelo Hamas, provocando congelamentos de ativos pelo Tesouro dos EUA.

Egito e Israel fecharam em grande parte suas fronteiras com ele em 2006-07, restringindo o movimento de mercadorias e pessoas dentro e fora do território. Os dois países mantêm um bloqueio, isolando o território da maior parte do mundo e forçando mais de um milhão de palestinos de Gaza a depender da ajuda internacional.

Durante anos após o início do bloqueio, o Hamas arrecadou receitas tributando mercadorias que se moviam através de uma sofisticada rede de túneis que contornavam a travessia egípcia para Gaza.

Um dos principais túneis que cortam as fronteiras Egito-Israel.

O exército egípcio fechou a maioria dos túneis que atravessam seu território enquanto realizava uma campanha de contraterrorismo contra um ramo do autoproclamado Estado Islâmico em seu lado da fronteira, na Península do Sinai.

O Egito começou a permitir que alguns bens comerciais entrassem em Gaza através de sua passagem de fronteira Salah al-Din em 2018. A partir de 2021, Hamas passou a arrecadar mais de US$ 12 milhões por mês de impostos sobre mercadorias egípcias importadas para Gaza.

Hoje, o Irã é um dos maiores benfeitores do Hamas, contribuindo com fundos, armas e treinamento.

Embora o Irã e o Hamas tenham se desencontrado brevemente depois de apoiar lados opostos na Guerra Civil Síria, em 2019, o Irã estava fornecendo US$ 100 milhões anualmente ao Hamas, PIJ e outros grupos palestinos designados como organizações terroristas pelos Estados Unidos, de acordo com um Departamento de Estado dos EUA.

No entanto, as sanções dos EUA impostas após a retirada de Washington do acordo nuclear com o Irã em 2018 no Governo de Donald Trump restringiram a capacidade de Teerã de financiar seus parceiros estrangeiros.

Com informações complementares Council on Foreign Relations, Felipe Moretti

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