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Retrospectiva 2021; Alguns dos assuntos que as grandes mídias da Europa não mostraram

Mais um ano se passou e alguns assuntos polêmicos continuam sendo ignorados e/ou omitidos pelas grandes mídias na Europa e em muitos outros países, porém o interessante é que os fatos acontecidos não puderam ser escondidos da internet através das redes sociais, dos aplicativos de mensagens que permitem a formação de grupos e canais de divulgação, e também, as mídias não alinhadas com o padrão jornalístico do globalismo progressita internacional.

Outro ponto que causa indignação na grande maioria das pessoas é que em alguns casos, as grandes mídias e os governos tratam os assuntos como se eles não existissem e que tudo não passa de “teorias de conspiração” produzidas por movimentos socio-políticos extremistas que tentam subverter a governabilidade de alguns países ou até mesmo mundial. A narrativa se tornou simples, mas bem eficiênte para tentar convencer as massas e isso acaba afetando toda a geopolítica internacional de maneira sutil e bem cínica, mas muito bem disfarçada de discurso politicamente correto…

De interesses econômicos empresariais, e, tentativas encomendadas para esconder a incompetência e corrupção governamental, vemos que a briga pela posse da narrativa e monopólio das verdades fabricadas se tornou a obcessão da associação entre o trio; partidos políticos, grandes mídias e governos progressitas.

Abaixo listamos por ordem de amplitude e intensidade, alguns dos principais assuntos que a grande maioria das pessoas que tem uma vida ativa e visão imparcial perceberam, testemunharam ao vivo ou até mesmo foram diretamentes afetados pelos acontecimentos, que foram os mais omitidos e até mesmo censurados pelas grandes mídias e algumas redes sociais de grande abrangência na Europa e no mundo:

Protestos populares anti-governo e anti-restrições e confinamento

As grandes manifestações populares que ficaram conhecidas por toda a Europa como protestos dos Coletes amarelos “Yellow Vest” nos países anglófonos e “Gilets Jaunes” na França, continuam acontecendo todos os sábados desde novembro de 2018 e tiveram uma pausa somente durante o primeiro confinamento. Assim que surgiram os primeiros questionamentos coletivos da população sobre os acontecimentos duvidosos da crise sanitária, os protestos voltaram com força total e durante as festas de final de ano chegaram a atingir todas as capitais européias e aproximadamente 90% das cidades…

Os números são muito desencontrados pois cada país usou métodos diferentes para calcular aproximadamente a quantidade de pessoas que participaram das manifestações, em alguns países como a França, Alemanha e Itália aconteceram um grande esforço das grandes mídias em minimizar as manifestações e até mesmo negar as ocorrências destas. Porém basta uma simples busca nas diversas redes sociais e até mesmo em sites do Mainstream para encontrar farto material sobre os acontecimentos.

De acordo com o cruzamento de informações das redes sociais e fontes ligadas aos sindicatos de polícias da França, estima-se que na última quinzena de novembro e primeira quizena de dezembro, pelo menos 40 (quarenta) milhões de pessoas participaram de manifestações por toda a Europa Ocidental. Nem mesmo durante as festas de Natal e Ano Novo os protestos se pausaram, e certamente continuarão com força total após os feriados.

Imagens dos protestos anti passaporte sanitàrio e denunciando as restrições mobilizaram milhões por toda a Europa mas muito pouco foi mostrado pelas redes de TV. Imagens via redes sociais.

Os protestos contra os governos europeus começaram bem antes da crise sanitária, em especial na França, Alemanha e Reino Unido. Entre várias centenas de demandas populares, as principais foram; denunciar as medidas econômicas que causaram a migração das indústrias européias para a China, as restrições para aberturas de novas micro e pequenas empresas, os aumentos dos valores de impostos e serviços que causaram uma grande estagnação econômica na Europa Ocidental, a insegurança causada pela criminalidade e imigração ilegal, os privilégios concedidos aos imigrantes ilegais que acabam por possuir mais diretos que os cidadãos nativos ou naturalizados legalmente, e como sempre, as incompetências e corrupções governamentais.

Depois do surgimento da crise do Covid muitas outras pautas foram adicionadas aos protestos populares, principalmente; as denúncias contra as evidentes manipulações, incompetências e corrupções da crise sanitária, em especial os critérios dos confinamentos que evidenciaram fins políticos e econômicos bizarros, as situações duvidosas sobre as estastísticas e informações governamentais sobre a abrangência da pandemia, a duvidosa qualidade dos testes e das vacinas, as restrições aos não vacinados, a imposição dos passaportes sanitários/vacinais e principalmente a repressão violênta das forças de ordem contra os civis em direito de livre manifestação, enquanto gangues violêntas foram intocadas durante suas ações de vandalismos flagrantes.

Essas manifestações estão dentro de todos os direitos legítimos das leis democráticas européias, mas de outro lado causam grandes problemas para o funcionamento dos comércios e a livre circulação das pessoas que não tomam parte nos protestos, e também, dá a desculpa perfeita para os governos alinhados com o globalismo progressita aprovarem leis draconianas, que aos poucos estão acabando com as liberdades individuais e coletivas, enquanto os verdadeiros problemas com a criminalidade e terrorismo continuam a prosperar na Europa.

Até o momento pelo menos uma vitória das grandes manifestações dos coletes amarelos foi a não imposição de novos confinamentos nos países da Europa Ocidental.

Criminalidade e terrorismo assimétrico/híbrido

A criminalidade na Europa ocidental sempre foi algo raro e relegado a algumas regiões suburbanas de grandes capitais e poucas cidades portuárias do Mediterrâneo desde o final da Segunda Guerra Mundial. Porém hoje, dada as comparações de devidas proprorções populacionais e áreas geográficas, a criminalidade de algumas cidades européias é tão intensa e perigosa quanto das grandes cidades da América Latina e dos EUA. Cidades como Amsterdãm, Londres, Paris, Marselha e Berlim já tem suas “No Go Zones”, onde simplesmente a Polícia não entra e os Bombeiros apenas a acessam com autorização das lideranças das gangues locais.

O terrorismo mudou de táticas, pois aprendeu que derrubar um avião ou atacar um prédio da representação de governos desafetos já não é tão fácil como era antigamente. Resultado; resolveram unir o útil ao conveniênte, e hoje usam a associação de táticas de guerra de guerrilha assimétrica com o crime organizado e apoio de gangues da delinquência juvenil, com tudo muito bem ligado com o apoio de organizações fundamentalistas do terrorismo islâmico e movimentos políticos da extrema esquerda anarquista/ecolo-terrorista da Europa, que desejam o caos social para seus projetos de ampliação de poder político.

Apenas as estatísticas de 2019, que estima-se ser pelo menos 5 vezes maior pelo fato de que muitos ataques de menor impacto contra civis são registrados como crimes comuns. FOnte EUROPOL.

De agressões de idosos nos transportes públicos, incêndios florestais, queima de veículos durante as comemorações do calendário islâmico e chegando aos ataques dos hubs e antenas da rede 5G de telefonia celular/internet (entre outros crimes), vale tudo para os terroristas poderem gritar “AllahAuakbar”, e também vale tudo para os governos e suas mídias adestradas gritarem “foi ato isolado de um pertubado psicológico”, mesmo quando grupos terroristas assumem a autoria dos ataques…

O tratamento inicial da situração de alguns governos com a prestimosa ajuda das grandes mídias é simplesmente não comentar o assunto, e em alguns casos como acontece na França, a divulgação de imagens de ocorrências criminosas ou ações policiais sem a autorização da Polícia é crime passível de punição com detenção e multas pesadíssimas. Quando o caso tem grande repercussão e é impossível esconder ou minimizar os fatos, a regra a ser obedecida pelos veículos de comunicação é de não divulgar imagens do rosto, nome, origem nacional, étnica e religião do criminoso em questão.

O maior relativismo moral da situação é que enquanto os ataques criminais e do terrorismo islâmico de todos os tipos continuam com grande frequência, oficialmente os esforços são direcionados para supostas ameaças oriundas dos movimentos de oposição do governo, classificando todos seus opositores de “extrema direita”, essa responsável por apenas 1% dos atos comprovadamente terroristas na Europa nos últimos 50 anos.

Imigração ilegal e tráfico de pessoas

A imigração ilegal para a Europa não é assunto novo, pois teoricamente sempre aconteceram fluxos de ambos os lados, com imigrantes europeus se direcionando para as Américas e de eurodescendentes migrando da América Latina para a Europa, quando da grande recuperação econômica a partir dos anos 80. Até meados dos anos 2000 a maior problemática dos imigrantes ilegais era o não pagamento de impostos dos que trabalhavam clandestinamente e em casos extremos, algumas raras ocorrências de tráfico de drogas leves e crimes passionais que chocavam uma sociedade extremamente acostumada à décadas de tranquilidade…

A grande diferença que hoje é que a imigração ilegal de populações etnicas-culturais alheias aos europeus causa grandes problemas sociais, não só para os migrantes em si como para a sociedade européia que tenta os ajudar em vão.

Assim como todos os demais problemas ligados ao crime, terrorismo e até em partes à disseminação da pandemia de doenças infectocontagiosas, a imigração ilegal oriunda dos países africanos e do mundo árabe hoje é o grande tema polêmico e envolto em relativismo moral na Europa.

A grande realidade é que a crise dos migrantes nada mais é que uma crise moral e política dos governos europeus, uma crise de falta de aplicação da lei de controle de fronteiras em sua essência mais básica. Em alguns casos já é bem evidente que a presença massiva de migrantes, com eventual direito ao voto, é uma situação de grande interesse político dos partidos progressitas e de todas as vertentes da esquerda, todos desejosos de se manter no poder com medidas populistas.

A conexão entre imigração, criminalidade e terrorismo só é negada pelos partidos políticos que desejam os votos dessas massas alheias a qualquer valor de responsabilidade social. Imagens via redes sociais.

Do lado dos migrantes que conseguem chegar em território europeu, em média apenas 5% são reais merecedores do status de refugiado, e a grande maioria são jovens entre 18 e 30 anos, sem documentos e oriundos das classes médias baixas e médias em seus países de origem.

Independente se são jovens solteiros ou famílias inteiras com homens que possuem entre 2 a 5 esposas com mais de 3 filhos cada esposa, todos almejam a vida na Europa não para fugir de guerras, ou por perseguições políticas e religiosas, mas, para viverem das generosas ajudas sociais que os governos europeus oferecem aos cidadãos em estado de pobreza ou com ausência de ganhos.

As ajudas dos programas sociais europeus podem render para um jovem solteiro pelo menos 400 euros por mês e no caso de famílias até 5 mil euros ou mais, com direitos a alojamentos sociais e tudo isso sem jamais precisar trabalhar para reembolsar o estado!

E para chegar à terra prometida da Europa, muitos jovens chegam a pagar entre 3 a 5 mil euros aos traficantes de pessoas e no caso de famílias numerosas o valor, que é considerado “investimento” pelos migrantes, pode chegar até 20 mil euros… E para piorar a situação, muitos governos africanos e do oriente médio possuem programas de incentivo a imigração de seus cidadãos para a Europa, com vistas a diminuir suas populações pobres, mas na realidade quem aproveita tudo são os oriundos da classe média que podem pagar aos traficantes de pessoas, já que muitos jamais conseguiriam passar pelos controles migratórios dos aeroportos europeus.

Conclusão

A soma de todos esses problemas e muitos outros pode parecer algo recente, fruto da globalização acelerada do século XXI, mas na realidade uma grande parte da problemática ja era prevista por estudos da OTAN (o polêmico ” NATO Technical Report-071 AC/323(SAS-030)TP/35) e das Forças Armadas de alguns países como a França, que chegou a organizar uma Operação conhecida como “Operação Ronces” para localizar e expulsar imigrantes ilegais que oferecessem riscos para a nação com a formação de gangues e grupos religiosos fundamentalistas ligados ao terrorismo internacional.

Com a ascenção de governos pró-globalismo progressista com grandes inspirações neomarxistas, a situação acabou por se inverter totalmente e hoje a Europa inteira sofre em suas fronteiras com as massas de migrantes e com as situações sociais cada vez piores nas grandes cidades e até nos vilarejos mais isolados…

Os protestos e os crimes assolam praticamente todas as grandes cidades e tudo isso graças a uma jamais imaginada situação de uso do politicamente correto para garantir massas de manobras através da manipulação das grandes mídias, para finalidades que certamente não são do interesse do bem comum e também certamente não trarão progresso e paz para a Europa, e um dia, isso poderá se refletir por todo o mundo civilizado…

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