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Suécia: Intensificação de crimes violêntos de gangues obriga reforço da Polícia de Estocolmo

No ano passado o congresso chegou a discutir até mesmo o emprego das forças armadas no combate a criminalidade em reforço à Polícia, pois os crimes atingiram níveis jamais imaginados para a pacifica nação escandinava, e hoje, dada as devidas proporções de população, a Suécia tem índices de crimes de estupro maiores que muitos países africanos em situação de conflito.

A Força Policial Nacional da Suécia, remanajará temporariamente 180 policiais, investigadores, analistas, policiais e técnicos de intervenção de outras regiões e seu Departamento de Operações Nacionais (NOA) para Estocolmo, de acordo com um comunicado oficial em seu site. A previsão é de que suas transferências comecem a funcionar em 17 de janeiro e tem por objetivo reforçar os efetivos da capital sueca para que seja possível aumentar o contingente de rua que enfrenta as gangues afro-islâmicas que aterrorizam as cidades suecas, em especial a capital Estokolmo.

Estocolmo tem experimentado um aumento de crimes violentos e terrorismo híbrido/assimétrico, principalmente relacionados a gangues islâmicas e africanas, que as forças locais são incapazes de lidar. O problema não é novo, pois a polícia de Estocolmo já estava sobrecarregada. Na verdade, já havia sido tomada a decisão no início deste ano de transferir recursos para a região. Em vão, ao que parece agora, já que a situação ainda exige mais apoio e esse contigente de 180 policiais é julgado insuficiente para as ações.

No comunicado, Johan Olsson, gerente da NOA da Polícia Sueca, afirma que; “temos a opção de movimentar recursos da NOA e das regiões policiais para onde a necessidade é maior. Com o tempo, a situação do nosso país parece diferente. No passado, tivemos grandes desafios em Malmö e Uppsala, que receberam reforços. Agora Estocolmo precisa de recursos adicionais para enfrentar os desafios de lá. ”

O Chefe da Polícia em Estocolmo, Mats Löfving, disse que a transferência temporária de 6 meses “aumentaria a nossa capacidade de quebrar a espiral contínua de violência das gangues que usam armas de fogo em crimes de todos os tipos em Estocolmo. O objetivo de longo prazo é reduzir o número de áreas vulneráveis ​​e redes criminosas na região. ”

O aumento da violência relacionada a gangues islâmicas e africanas (muitas com ligações direta com o ISIS e Boko Haran), que fazem o uso de armas de fogo de grosso calibre e até mesmo explosivos para arrombamento e roubo de comércios e caixas eletrônicos, foi observado em um relatório anterior que revelou que pelo menos 44 pessoas (entre membros de gangues e cidadãos suecos alheios a situação) morreram em incidentes com tiroteios neste ano até agora. Concluiu que “apesar do trabalho policial extenso e ofensivo, a tendência mudou em uma direção negativa e os tiroteios e explosões permanecem em um nível elevado”.

Em outubro, a morte de um popular rapper adolescente sueco envolvido com gangues, gerou discussão nacional e colocou os holofotes na atividade de gangues em subúrbios predominantemente de imigrantes das grandes cidades. Até mesmo os partidos da esquerda da Suécia admitem que a onda de crimes que assola a Suécia é em sua totalidade de origem das gagues afro-islâmicas que se estabeleceram no país quando do recebimento de milhares de migrantes da Africa e Oriente Médio.

Todos os segmentos políticos e até mesmo as ONGs de direitos humanos admitem que são necessárias ações imediatas e de tolerância zero, pois se nada for feito agora, Estokolmo arrisca a ter níveis de criminalidade idênticos aos de Paris, Londres e Roma, as cidades consideradas atulamente as mais violêntas da Europa devido às ações de gangues de imigrantes africanos e árabes ligados ao tráfico e terrorismo islâmico.

Fora os crimes violêntos (assaltos, explosões de arrombamentos em portas de lojas e caixas eletrônicos) que envolvem gangues, crimes menores mas não menos graves como roubos com agressões de idosos, indefesos em geral e principalmente estupros estão abalando a sociedade sueca, que se vê obrigada a medidas antes jamais imaginadas que vão de contratar empresas de segurança para vigiar as crianças nas escolas, crescimento nos cursos de defesa pessoal, compra de armas curtas para defesa e até mesmo evitar frequentar o centro das cidades depois das 19 horas.

Um pequeno exemplo apenas com as estatisticas de crimes de estupro na Suécia. Pesquisas independentes de ONGs e Partidos Polìticos suecos estimam que esses nùmeros possam ser pelo menos três vezes maior, pois muitas vìtimas não prestam queixa e outros crimes foram registrados como agressões comuns. Fonte Sindicato de Polìcias da França.

Durante uma entrevista ao Financial Times , o chefe de polícia Anders Thornberg chegou a dizer que “Se não falarmos sobre isso, pode ser um grande problema. Ainda não é uma ameaça à nossa democracia. Mas se você tiver certos grupos fora da sociedade, teremos um grande problema. ”

Uma batida recente conduzida pela polícia sueca destacou ainda mais a necessidade de uma resposta. Na terça-feira, 14 de dezembro, treze residências foram revistadas, além de sete buscas de carros na região de Estocolmo. Foram encontradas nas buscas grande quantidade de armas de grosso calibre, drogas e dinheiro foram encontrados e posteriormente apreendidos. Seis pessoas foram presas por suspeita de, entre outras coisas, intenção de homicídio, crime com arma agravada, bem como tráfico de drogas com finalidade de financiamento para a criação de grupos terroristas islâmicos.

Abaixo, alguns documentários e reportagens de grandes redes de TV européias mostrando o problema das gangues na Suécia:

  • Com informações Policia Nacional da Suéciada, france 24, e da matéria de Tristan Vanheuckelom para o The European Conservative, via redação Orbis Defense Europe/Genebra.
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